Futebol Americano

Peyton Manning e o seu lugar na história

Ataques ganham jogos, defesas ganham campeonatos. O velho ditado do futebol americano serve perfeitamente para definir o Super Bowl 50, vencido pelo Denver Broncos.

Com uma defesa quase intransponível, o time do Colorado chegou ao terceiro Super Bwol, superando o Carolina Panthers, do quarterback Cam Newton, MVP da temporada e grande mala do esporte. Com razão, visto que jogou muito.

Menos na final, quando sofreu sete sacks, não conseguiu fazer o jogo terrestre funcionar e terminou o jogo com apenas um touchdown. O running back Jonathan Stewart também sofreu com a defesa dos Broncos. Correu míseras 29 jardas.

No ataque vencedor, o comando ficou por conta de um conservador Peyton Manning, prejudicado pelas condições físicas que já não são as mesmas, usou o ainda privilegiado cérebro para conduzir o time a 24 pontos no jogo.

A defesa, com o MVP Von Miller, só permitiu que os Panthers fizessem 10 pontos.

Foto: Denver Broncos

Foto: Denver Broncos

E, mesmo longe do auge, Manning finalmente conquistou o seu segundo anel de campeão e pode ir nos almoços da família olhar de igual para o irmão Eli.

E corrigir uma grande injustiça do destino. Peyton Manning é um dos maiores da posição na história do esporte. Não poderia se aposentar com apenas um Super Bowl no currículo. Mesmo como coadjuvante, o Peitão da Massa já pode encerrar a carreira, curtir o status de lenda do esporte, e se preparar para entrar no Hall da Fama.

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