Brasileiro/Futebol

Fumaça Verde

Fato 1: o Palmeiras não tem time para brigar pelo título do Campeonato Brasileiro.

Fato 2: a equipe Alviverde tem qualidade suficiente para não enfrentar o báratro da Série B novamente.

Fato 3: o elenco Esmeraldino tem chances reais de brigar por uma participação na Libertadores por meio do Nacional. Especificamente, condições de alcançar a quarta posição na tabela. O que significa, obviamente, que o êxito pode ser logrado. Ou não.

Nas 3 rodadas iniciais, foram 2 pontos conquistados em 9 disputados. Empates contra o fraco Joinville, o time reserva do Atlético-MG e derrota diante do Goiás em pleno Allianz Parque. Para um clube que almeja ao menos o mais importante torneio Sul-Americano, um péssimo começo.

O atual momento é uma bela prova que irá demonstrar o quanto a postura da atual administração de Paulo Nobre adotou o propalado profissionalismo na gestão do futebol, simbolizado pela chegada de Alexandre Mattos. Independente das opiniões divergentes sobre Oswaldo de Oliveira é evidente que o treinador não é o gênio máximo do futebol. Da mesma forma que o técnico não é um boçal acéfalo. Muito pelo contrário. Está entre os bons nomes disponíveis no Brasil, dentro da média.

Engendrar uma mudança neste momento seria a pior medida a ser adotada. Oswaldo é experiente e possui capacidade para reverter o quadro desfavorável no momento. O problema é que tal virtude pode ser uma inimiga se a linha tênue do mea-culpa não for adotada.

A permanência no Palmeiras está atrelada à urgência de abandonar alguns conceitos e colocar em prática novas ideias, que precisam estar intrínsecas à necessidade de usufruir ao máximo da qualidade do elenco disponível.

A medida é possível e depende do próprio Oswaldo. Mas caso ele continue a insistir na atual conjuntura, logo se tornará mais um desempregado e fará parte de um seleto grupo que irá crescer substancialmente até o início de dezembro. Mesmo que o substituto não seja o Guardiola e faça parte da mediocridade que assola o futebol tupiniquim dentro de campo e no banco de reservas.

Foto Capa: Miguel Schincariol/ LANCE!Press

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