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Mudanças na Fifa. Será?

Em maio deste ano acontecem as eleições para presidência da Fifa. Joseph Blatter, prestes a completar 17 anos no poder, tem reinado absoluto entre os dinossauros nos últimos quatro pleitos e segue numa mamata extraordinária, mostrando que aprendeu bem a lição da escola do antecessor brasileiro João Havelange, que presidiu a entidade máxima do futebol por 24 anos, de 1974 a 1998.

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Joseph Blatter, presidente da FIFA, pode deixar o posto após 17 ano no poder. Foto: Lefty Shivambu/Getty Images Lefty Shivambu/Getty

Mas após escândalos e mais escândalos de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o nome da entidade e, especialmente, de seu chefão, as coisas devem começar a mudar pros lados suíços. Além de Blatter, outros cinco já se candidataram à presidência. Mas, apenas o chefe da Federação Holandesa de Futebol, Michael Van Praag, teve sua candidatura formalizada já que tem o apoio de cinco federações nacionais (condição obrigatória para se candidatar). Os outros quatro ainda não apresentaram essa garantia e, portanto, seguem como incógnitas. Além disso, se quiserem, de fato, oficializar a candidatura, têm até hoje para apresentar os tais cinco apoiadores.

O ex-meia e craque português Luís Figo tenta uma vaga, com o principal apoio de Michel Platini, atual presidente da UEFA. Além dele, o também ex-jogador francês David Ginola; o ex-oficial da Fifa, Jerome Champagne; o vice-presidente da Fifa como representante da Ásia, e príncipe da Jordânia, Ali Bin Al Hussein, tentam seu lugar ao sol.

Figo e Van Praag_Futnroll

Luis Figo e Michael Van Praag, principais candidatos à presidência da FIFA. Fotos: Divulgação

É bem provável que Luís Figo consiga participar da eleição e vejo com bons olhos tal participação. Apesar de Van Praag ser o favorito, Figo pode ser uma mudança drástica na gestão do futebol mundial. Realmente não sabemos sua capacidade de gestão, muito menos seu entendimento fora das quatro linhas, mas surge como uma luz no fim do túnel para tentar tirar o nome da Fifa da lama. Ter um ex-jogador lá, que conhece as reais necessidades pode ser algo interessante. Assim como vem sendo com o próprio Platini, comandando o futebol mais poderoso do mundo, o da Europa.

Como sabemos, nos últimos tempos a Fifa vem perdendo patrocinadores, muito por conta de escândalos de corrupção ligados à Copa do Mundo no Brasil e, até mesmo, das Copas da Rússia e Qatar que estão longe de acontecer.

Aguardemos cenas dos próximos capítulos.

 

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