Música/Rock

O mesmo grito rebelde após tantos anos

Billy Idol pode ser considerado um dos caras mais subestimados do rock. É tido como mais próximo dos one hit wonders dos anos 1980 do que um cara com uma carreira relativamente sólida.

Claro, Idol tem bem mais do que apenas um sucesso. “Dancing with Myself”, “Eyes Without a Face”, “Rebel Yell”, “Mony Mony”, “White Wedding” e algumas outras canções foram clássicas na sua época. Talvez essa impressão de apenas um sucesso esteja no fato de todos os hits de sua carreira tenham ocorrido cronologicamente muito próximos, entre 1982 e 1986. Pelo menos nos últimos 25 anos, Billy Idol lançou álbuns fracos e entrou no ostracismo do rock mundial. Até este fim de 2014, com o lançamento de Kings and Queens of the Underground.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

 

O primeiro álbum em dez anos traz um Billy Idol maduro e sem tentar reviver o passado de sucessos ou criar algo absolutamente moderno. Na verdade, o que ele fez foi juntar as duas coisas. Pegou o estilo que o consagrou no passado e o atualizou. Como resultado, um punhado de boas canções e o retorno às paradas de sucesso.

Claro, o disco tem alguns pontos fracos, como a faixa-título, na qual Idol tenta ser moderno demais e soa como uma caricatura de Fall Out Boy. Mas no balanço final, o resultado é extremamente positivo.

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