Brasileiro/Futebol

Primeira lista de Dunga agrada

O técnico Dunga começou oficialmente sua segunda passagem pela Seleção Brasileira nesta terça-feira. Com a missão de implantar um novo sistema de trabalho e fazer o Brasil voltar a ser respeitado no cenário mundial do futebol, Dunga anunciou sua primeira lista de convocados. E agradou, principalmente ao dar chances a Philippe Coutinho, destaque do Liverpool, e à dupla cruzeirense formada por Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, principais nomes do time mineiro, que briga pelo bicampeonato nacional.

Philippe Coutinho em partida com a seleção de base do Brasil Foto: Getty Images

Outras novidades apresentadas por Dunga, os zagueiros Gil, do Corinthians, e Marquinhos, do PSG, o goleiro Rafael, do Nápoli, e os laterais Alex Sandro e Danilo, ambos do Porto, abrem a fase de renovação do time, pensando num trabalho a médio e longo prazos, já que todos são jovens e, se mantiverem a regularidade, chegarão à Copa da Rússia no auge. Claro que ainda é cedo para cravar que todos estarão no mundial, mas são nomes que atendem aos desejos de mudanças na seleção.

O treinador manteve dez jogadores que estiveram na última Copa, mesclando experiência e juventude, e disse que a Copa de 2018 começa nos amistosos contra a Colômbia, dia 05 de setembro, em Miami, e Equador, no dia 9, em Nova Jersey. Entre os “sobreviventes” da última Copa estão: Jefferson, David Luiz, Maicon, Luiz Gustavo, Fernandinho, Ramires, Oscar, Hulk, Willian e Neymar. O camisa 10, inclusive, foi muito elogiado pelo novo comandante e, com certeza, será o protagonista do time novamente.

Dunga inicia reformulação na Seleção Brasileira, mas mantém 10 jogadores da última Copa no grupo. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Completam a lista os já rodados Miranda, do Atlético de Madri, e Filipe Luís, do Chelsea, que eram cogitados para integrar o grupo de Felipão na Copa por aqui, além do volante Elias, do Corinthians, e o atacante Diego Tardelli, do Atlético Mineiro. Tardelli é o único com características de típico centro-avante, mas mostrou qualidade  e exerceu bem a função de falso 9, recuando para buscar jogo e abrindo espaço para os companheiros na campanha vitoriosa do Galo na Libertadores do ano passado. Portanto, devemos esperar um time com mobilidade e sem posições fixas do meio para frente. Em que se pese a falta de entrosamento e o pouco tempo de treinamento para os amistoso, a primeira impressão do que pensa Dunga para a Seleção Brasileira é boa.

 

 

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