Futebol Americano

Dinheiro é bom, mas vencer é melhor

Tom Brady é um dos maiores quarterbacks de todos os tempos. Provavelmente, quando se aposentar, será tido como o maior de todos, disputado com Joe Montana. Aos 31 anos, tendo vencido três Super Bowls e jogado cinco, renovou seu contrato com o clube por mais três anos.

Foto: New York Daily News

Foto: New York Daily News

Até aí, normal. A questão está nos valores apresentados. Existem jogadores na NFL muito piores que ganham 15 milhões de dólares por ano sem dar quase nada em retorno aos clubes. Brady renovou por “apenas” 27 milhões para os três anos, ou seja, 9 milhões de dólares por ano.

E por que um jogador consagrado abriria mão de ganhar um salário ainda maior num local onde ele já é o rei?

Porque ele quer vencer mais. Abrindo mão de ganhar mais, permite aos Patriots investir em um grande time para voltar a vencer um Super Bowl após as frustrações dos últimos anos, quando perdeu duas decisões para o New York Giants, em 2007 e 2012, e, na última temporada, quando perdeu a final da conferência para o Baltimore Ravens, futuros campeões.

A prioridade é reforçar o ataque, um dos mais eficientes da NFL nos últimos anos. E ainda dar uma lição a companheiros que eventualmente venham pedir salários milionários. E Brady decidiu fazer sua parte fora de campo também para conquistar mais um ou dois Super Bowls e solidificar ainda mais seus já imensos números.

A lição também poderia ser assimilada por muita gente no futebol brasileiro…

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