Futebol

Uma história pintada em azul, amarelo, preto e branco

Boca Juniors e Corinthians começam a decidir nesta quarta-feira a Copa Libertadores. Hoje são dois times fortes, sólidos na zaga com os dois melhores jogadores desta edição do torneio nos respectivos meios de campo (Riquelme e Paulinho). A final de La Copa tem tudo pra ser uma das mais equilibradas dos últimos tempos.

Mas na história do confronto, a vantagem é ampla a favor dos xeneizes. Foram apenas quatro duelos na história, com duas vitórias para o Boca, ambas na Argentina, e dois empates, ambos em São Paulo.

Tudo começou na Libertadores de 1991. No primeiro jogo, em La Bombonera, Guinei foi vilão, Batistuta marcou duas vezes e o Boca Juniors venceu por 3 a 1.

No jogo de volta, em São Paulo, Guinei foi bizonho de novo e deu a Graziani a chance de abrir o placar para o Boca. Nem o gol de Paulo Sérgio impediu a eliminação corinthiana daquela Libertadores.

Em 2000, os dois times voltaram a se encontrar pela fase de grupos da já falecida Copa Mercosul. Mais uma vez, baile do Boca em La Bombonera, contra um dos melhores Corinthians da história, com Vampeta, Marcelinho, Ricardinho, Edílson e Luizão. Mas tinha Oswaldo de Oliveira, o pior técnico da história do futebol no banco. E o 3 a 0,  gols de Delgado, Barijho e Andrizzi, ficou barato.

No último jogo entre as duas equipes, no Pacaembu, o Corinthians foi buscar um empate depois de estar perdendo por 2 a 0. Naquela ocasião, os gols foram marcados por Arce e Pandolfi para os xeneizes e Ricardinho, duas vezes, para os alvinegros.

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