Futebol

O despertar de um gigante

Precisaram se passar onze anos para o Defensores de Chaco voltar a vestir branco. O Olimpia não erguia o campeonato paraguaio desde o ano 2000. Para piorar a SECA, o Decano terminou na LANTERNA o Clausura de 2004 e o Apertura de 2005.

O grito preso na garganta por uma década finalmente foi solto

A partida final não foi assim tão fácil. O Olimpia precisava da vitória para não depender de ninguém e o seu adversário na última rodada, o Rubio Ñu, necessitava de ao menos um empate para se garantir na Sul Americana do ano que vem.

Mas o nervosismo se transformou em ALEGRIA logo aos 6 minutos, quando o veterano Orteman achou Maxi Biancucchi (sim, ele mesmo, o primo do Messi que jogou no Flamengo) dentro da área e o argentino marcou um golaço. No segundo tempo, o colombiano Nájera marcou o segundo e a festa estava pronta no Defensores del Chaco. Nem o gol marcado pelo Rubio Ñu assustou os franjeados.

No fim das contas, o resultado deu e SOBROU, já que o Cerro Porteño, time que estava nos CALCANHARES do grande rival, não passou de um empate com o glorioso Sol de América e ficou com o vice campeonato.

Para aumentar a FRUSTRAÇÃO do Ciclón, o time semifinalista da última Libertadores não vai sequer COBIÇAR a moça mais bela do continente no ano que vem.  As vagas paraguaias ficaram com o Olimpia (campeão do Clausura 11), o Nacional Querido (campeão do Apertura 11 e dono do site mais legal de time da América do Sul) e o Libertad (time que somou mais pontos nas duas competições)

Classificação do campeonato paraguaio

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